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John Rochester, nascido sob o signo de leão, com ar Djiselístico, com olhos Deppianos e Capitolinos. Trejeitos Molkísticos com fala de Nick Naylor.
Cativante a la Pequeno Príncipe e David Aames. Adepta da "Segunda Visão" e portadora de um aviso do Ministério da Saúde. Dorothy Gale, sonhando em ser Plectrude, apaixonada por Emily Haines, mergulhada em baunilha, com um jeito inconfundível de manusear um cigarro , usando qualquer adereço listrado e dançando fadamente com uma mão atrás do pescoço sussurrando: fated fated fated.

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:: Quarta-feira, Junho 11, 2008 ::

Piegas

Você fala de amor com olhos comprometidos.
Lágrimas na iminência de escorrer aos seus lábios trêmulos, pálidos que pronunciam com dificuldade cada palavra reticente e cada frase incerta.
Você fala de amor como quem fala do livro favorito ou do filme que não devia ter saído de cartaz.
Você guardou seu amor numa caixinha. Com medo de que qualquer parte dele se esvaísse, você tampou a caixinha, e sufocou seu amor.
O tempo foi passando e você esqueceu detalhes do seu livro.
Quando você viu seu filme, deixou passar cenas que não lembrava terem tido muita relevância.
Eram suas favoritas. Era sua percepção única, seu diferencial.
Você foi telespectador de si mesmo, como qualquer outro fora do seu amor.
Sem você para apontar suas melhores atuações, você passou como o resto.
Não admitindo igualar-se à multidão iludida, dona de modernos amores comuns efêmeros, você procurou sua caixinha.
Ao encontrá-la, estava vazia e seu amor não estava mais lá.
Você decidiu esperar. Resolveu não sair do lugar e ficar uns tempos dentro de sua caixinha, pra onde de certo seu amor voltaria e te encontraria descansando.
Você se fechou na sua caixinha, e semanas depois, sem ar, você morreu.
E seu amor? Sem querer, alguém abriu sua caixinha e o viu quase morto, muito fraco.
Querendo acima de tudo sobreviver por você, ele se deixou ser ajudado e saiu.
Misturou-se a multidão para te encontrar.

:: citizen dildo 4:31 PM [+]::

: As if they could erase it :

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:: Domingo, Março 30, 2008 ::
Índices

Rio de Janeiro está muito violento é o cacete.
O ser humano está muito violento.
Depois a sádica sou eu..

Métodos de tortura extremamente requintados.
Uma frieza no olhar inédita.
Um tom de voz mentiroso, tão falso quanto qualquer sorriso.

Uma falta de cuidado e o uso indiscriminado das armas mais destrutivas.
As palavras soltas de qualquer jeito, desmedidas, despreocupadas.
O pouco-caso do tanto fez.
É o ser humano destilando incredulidade e individualismo.
Desprezo em contatos primários com a decepção.
Resultado?

ódio..
muito ódio.

:: citizen dildo 11:25 PM [+]::

: As if they could erase it :

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:: Terça-feira, Março 18, 2008 ::

Eu acho que eu precisava de um período de tempo que fosse suficientemente distante de qualquer comemoração festiva de início de ano.
Não gosto de misturar sentimentos. Essas datas carimbadas, embebidas de nostalgia e esperanças.
Tenho a impressão de que tudo que leio nessas épocas remete ao passado, ou a promessa no novo.
Eu definitivamente não queria que qualquer linha minha se misturasse com isso. Justificado o intervalo, portanto.



De Novo No Novo Ano

O que a falta de mim fez comigo?
A falta de surpresas e motivações para qualquer atividade besta do dia a dia, ou pior, qualquer atividade a princípio salvadora de horas desesperadamente cruciais na formação de qualquer distinto que se preze. Que seriam qualquer coisa, menos o dia.
Mas que falta de criatividade, que falta de graça, que falta de inspiração.
Que falta de nomes, de rostos, de risos e toques..
Que falta de datas, de vidas, de livros e páginas.
Que falta de mim...


*Meu estado mental no momento não me permite escrever absolutamente nada que queira refletir qualquer uma das 7 milhões de palavras que se interrompem na minha cabeça nesse exato momento. Acho que elas ainda estão gritando demais umas com as outras. Aquele estardalhaço típico e desordenado, de quando um grupo se manifesta ao mesmo tempo em um atropelamento coletivo. Vou esperar todas fazerem silêncio, e escutar uma de cada vez. Aí sim deicdo qual faz mais sentido, e exponho por aqui em qualquer entrelinha.*

:: citizen dildo 1:15 AM [+]::

: As if they could erase it :

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:: Domingo, Dezembro 16, 2007 ::
Ah lek
(aos que não sabem, ou possuem memória fraca.. lek é a gíria-diminutivo-meio prático no mundo surfístico de se dizer "moleque")

Pô colega.. não imita meus textos.
Não estraga todo o trabalho que eu tive cara.. pô.
Sabe o perrengue que foi, brother?
Ter que levar onda atrás de onda, literalmente.
Pô.. o mundo tá todo banalizado mesmo.
Nnehuma frase quer dizer mais porra nenhuma.

Mas não banaliza minha vida, caralho.
Só porque a sua não passa de uma masturbação mental de um édipo muito distorcido, que acontece somente no plano psicológico, torto e supérfluo que é essa sua cabecinha feia e suja.

Mas e aí? Quer parar de rir pra mim?
Quer olhar pro outro lado, quer? Tá de sacanagem?
Cortei com uma faca, assim que ele saiu do elevador.
Ora ora... tô podendo com isso não.

Vou ficar nas minhas gírias patricísticas e na minha insignificância que fico melhor.
Meu passado tá me assombrando demais hoje.
Quero me sentir daquele jeito de novo não!!! E não vou! Não me fodam!
É que tá perto do Natal, sabe tia?

Releva aí.. e dá um trocado.

:: citizen dildo 2:50 AM [+]::

: As if they could erase it :

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:: Sexta-feira, Outubro 19, 2007 ::
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHH

eu desisti de escapar de você
dos seus medos e da sua vida
você se prendeu em mim
com uma operação que me garante o ar
eu nem tento me soltar, ir embora.


eu quero ficar bem aqui por enquanto.
bem no meio de você

:: citizen dildo 2:56 PM [+]::

: As if they could erase it :

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:: Sexta-feira, Outubro 05, 2007 ::
Anywaaaaays..

Eu adoro ser modelo de tudo.
Não fui abençoada com o dom da anorexia para uma das conotações da palavra "modelo", mas aparentemente fui para outra.
Engraçado como eu sempre procurei ser o meu proprio modelo. As "better versions" of me.
Sempre me espelhei nelas para evoluir
"Olha como eu era mais magra, como meu acbelo era mais bonito, ou minha pele melhor..."
Nunca pelos outros. Te juro.
Eu também sempre me preocupei em criar minhas proprias maneiras e modos. É claro que todos estamos vulneráveis e expostos a influências do meio, mas mesmo assim.. fiz questão de manter sempre a minha identidade, sabe? Porque assim eu tenho a certeza de que eu não vou virar mais uma pessoa qualquer na memória dos outros. Sabe? Quando você quer lembrar de alguém, e não sabe direito quem era no meio de várias pessoas que ficaram meio "blurry" e iguais na sua lembrança? Essa não sou eu.
Eu não sou qualquer. Então não me misture com eles.
Mas super adoro servir de exemplo.
Fico até sem jeito.
Então..
eu agradeço




não tem jeito mané.
não aprende.
mas agora eu sou zen e relax, acompanhada de uma risadinha super irônica.
é ótima!
estou usando-a agora.


:: citizen dildo 11:50 AM [+]::

: As if they could erase it :

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:: Domingo, Setembro 30, 2007 ::
Os meus tijolos amarelos

Super vou adiar minhas acusações a Brian Molko por mais uma semana, mais ou menos..
Mas no final das contas eu não aguentei ficar em silêncio.
Eu tive um trabalho enorme vindo até aqui.. descendo ladeira atrás de ladeira.
Me enfiei em becos escuros que eu nunca tinha visto.
Errei algumas vezes por ruas sem saída, e outras me deparei com um mar enorme.. sem ter como passar.
Voltei, fiz o mesmo caminho várias vezes.
Vez ou outra, me deparei com molduras bonitas, e paisagens agradáveis.
Mas logo depois me perdia de novo em qualquer lugar sujo, rodeado de prédios desmoronando e ninguém por perto.
Fachada por fachada indo embora.
Mas eu juro que não desisti. Continuei andando até chegar aqui.
E tive a preocupação de chegar intacta.
Tudo isso.. todo esse tempo.. todo esse trabalho.. toda essa diversidade animal e bestializada.. tudo pra dizer..

que você é uó.

*e o maestro ensurdece com os aplausos fervorosos de sua platéia.*

:: citizen dildo 10:50 AM [+]::

: As if they could erase it :

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:: Domingo, Setembro 23, 2007 ::
Auto - Retrato

Os dias vinham ficando cada vez mais estranhos.
As noites serviam supostamente para compensar todas as pressões e incômodos, mas acabavam por agravar cada vez mais o quadro clínico mental dos poucos ainda não embebidos pela total alienação obsessiva dos que procuram o mundo em uma lista telefônica.
É.. os dias ficavam cada vez mais estranhos.
Sua vontade era ir falar com um por um e mostrar tudo que tinha atrás daquela porta.
Perda de tempo.
Suas reações se limitavam então ao olhar reprovador e comentários levemente perspicazes, com rastros tipicos de alguém que podia ser muito inteligente.
Seu senso crítico nunca falhava. Berrava como uma sirene ensurdecendo seus ouvidos até provocar dor de cabeça e consequente compulsão por bebidas.
Ao acordar para mais uma manhã completamente igual, lembrava como odiava o gosto da noite anterior em sua boca.
Esse gosto sempre aparecia no dia seguinte ao acordar. Sempre.
Por mais que ela escovasse os dentes, comesse doces, balas.. era sempre o gosto de fracasso alheio da noite passada.
Sentia falta nesse momento das coisas tradicionais e clássicas. Talvez unicamente para contrastar com os ambientes extremamente revolucionários que frequentava.
Mas antes isso fosse verdade.
Antes ela pudesse contar com toda aquela energia em conserva para qualquer tipo de trabalho encefálico mais elaborado.
Hipocrisia por hipocrisia, que diferença fazia uma esquina da outra?
Metros de distância?
Até quilômetros.
A vida era ridícula.
Era a mesma história toda noite.
Ela sempre falava a mesma coisa. Aliás, ela é um elo fundamental na contribuição da banalização de pensamentos e sentimentos do ser humano.
Mas aquele dia ela estava especialmente bonita. Acho que tinha alguma coisa a ver com a blusa.
Ela nunca tinha visto. Não era comum ao lugar.
Curiosamente, reparou que encaixava-se perfeitamente em outra esquina.
Aquela mesma a quilômetros de distância.

:: citizen dildo 11:53 AM [+]::

: As if they could erase it :

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:: Quarta-feira, Setembro 19, 2007 ::
Paciente

Muita gente não consegue entender.
As vezes nem precisam.. as vezes nem eu entendo.
Estamos todos meio sem saída.. porque eu não vou abrir a porta.
Mas eu não te quero aqui dentro comigo, não tem espaço para todos nós, não é mesmo?
Você não divide, você não se esforça, você não suporta.
E eu não suporto.
É que eu sou meio claustrofóbica, entendeu?
Não né?
Desconfiei..
Você tem que entender que determinados problemas são crônicos.
E eu gosto de crônicas.
Eu queria te ajudar e poder te dedicar todo o meu tempo hábil..
Mas sabe que eu nasci com uma questão muito séria de onipresença e polivalência?
Não é tão ruim quanto você pensa.. Mas eu sou super-protetora e não vou deixar você ver como funciona.
Apesar de gostar de crônicas, vira e mexe leio um romance.. uma ficção.. um drama.. pra variar o gosto, sabe?
Acho bem importante mesmo.
Sabe aquela história de quando onde um começa o outro termina?
Acho válido.. mas o problema é que eu começo em vários lugares, ou seja, você tem que terminar em todos eles.
Eu nunca disse que não era difícil e complicado.
Mas é que eu só espero uma coisa da vida.
Só uma.. mas não se sinta mal.
Não é nada pessoal não. Eu conversei comigo outro dia e nós chegamos a essa conclusão.
Tomara que me provem o contrário.
Não é mesmo?
Então eu vou indo, eu sei que já fiz outras vezes.. e vou fazer mais inúmeras.
Mas já te pedi desculpas, né? Antecipadamente.
Viu? Eu sou uma boa pessoa.
Sou honesta.. juro que sou.
Sempre fui.
Eu quero ler vários textos, sabia?
Para poder saber mais.
Não me acho inteligente, não me acho preparada e não me acho capaz.
Ah mas aí a gente começa outro capítulo, né?
Então.. depois eu te explico.. vem andando junto enquanto dá.



P.S: acho que ninguém imagina .. quanta merda eu fiz com o blog até conseguir mudar o título..
nossa..ahco q to regredindo

:: citizen dildo 12:43 PM [+]::

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:: Terça-feira, Setembro 11, 2007 ::
Ensaio e Erro

Mas nego é mto cara de pau.
Não aprende nunca.. ou faz de propósito mesmo.
O que vem a ser uma burrice maior ainda.
Mas como diria Geri, vulgo Ginger Spice..

If you are getting in this to fight, believe me.. you will lose.

*continua.



P.S: dia 19.09.2007 - Não consigo continuar.
Ou seja.. fica pra uma próxima oportunidade.

:: citizen dildo 9:46 AM [+]::

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:: Quarta-feira, Agosto 22, 2007 ::
Get a life (,) fucker*
(*essa frase tem 3 interpretações, ok?)


Era uma manhã dessas. De um dia tão ordináriozinho quanto seu íntimo.
Engraçado como as pessoas ainda se davam ao trabalho de buscar tudo. Não achava nem um pouco necessário.
Em meio ao seu andar roboticamente pesado, ia considerando seu horizonte ilusório na redoma de convívio mais próxima.
O céu não era o limite. O limite era sua existência parasitória por si só.
Um tropeço no degrau mais banal do mundo. Combinava bem com sua nada ousada roupa do dia.
Avistava um segmento social ali, outro acolá e buscava detalhes que julgava, com seu senso bruto e não aprimorado, totalmente imperceptíveis aos normais.
Mal enxergava que tais detalhes gritavam e acenavam aos olhos dos outros como características fundamentais e cheias de passado, teorias, razões e explicações na vida de um ser humano como parte única de um todo.
Misturava tudo. Fazia um coquetel de péssimo gosto, de consistência enjoativa, e tomava inteiro de uma só vez.
Asco.
Os efeitos colaterais eram imediatos.
Pouco trabalho mental, completa apatia e pouca variação verbal, depressão psicológica e vômitos sequencias de terceiros.
Irreversível. Tornava-se a cópia barata e dispensável de qualquer rosto familiar.
Seu sorriso irritantemente pedinte e seu olhar vergonhosamente fuzilante sufocavam um indivíduo de cada vez, até retirarem por completo a força vital exclusiva de suas entranhas.
Ia migrando assim, marginalizando-se sem admitir e buscando solução pouco inteligentes para a próxima fantasia de seu personagem real.
Que trabalho o que...
Criar? Construir? Pensar? Modelar? Mudar? Observar? Me sujeitar a críticas e rejeições?
Nunca.

Pode me dar mastigado por favor? É que aí eu só como.








ps: não, meus adjetivos não são coincidência

:: citizen dildo 1:17 PM [+]::

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:: Sábado, Agosto 11, 2007 ::
Shuffle Me

Falta do que fazer e vontade de brincar!
Muito simples.. coloque seu itunes, winamp, media player ou whatever no shuffle e vá repsonendo as perguntas com os nomes das músicas.
Pode ser surpreendente. Vai por mim

Family
What do I think of my mother? On a slow night - Metric
What do I think of my father? Evalia - Placebo
What describes my siblings? A mais Bonita - Chico Buarque
Did I have a happy childhood? Protect me From What I want - Placebo
What kind of person was I? Raw Sugar - Metric

High School
What was high school like? Equalize - Pitty
Was I a good student? Wandering Star - Portishead
Did I party a lot? Read My Mind - The Killers (hahahahahaha)

Love
What describes my first love? Honest Mistake - The Bravery (zeeeeeeeeeeeentschi)
Do I have a boyfriend/Girlfriend? This Picture - Placebo
Do I like someone? Bandages - Hot Hot Heat (é pois é)

Life
What was today like? Deixa o Verao - Los Hermanos
What are most days like? I'm a slave for You - Britney Spears (ahuahuahuahauha eu sou mané)
What's my life like? Boys Wannabe Her - Peaches (ok né..)
What is in store for this weekend? Just Like Heaven - The Cure (for a change, thanks)
What song describes my parents? Cemitery - Silverchair (gente que péssimo. isola 3 vezes)
How is my life going? She Loves You - Beatles (UAHAUHAUAHUAHAUHAUHAUAHAUHAUAUAHAUHA)
Do I act my age? My Sweet Prince - Placebo (levarei como um não.)
What song will they play at my funeral? Reptilla - The Strokes (que ótimo ¬¬)
Wedding? White Flag - Dido (ops)
How does the world see me? French Mistake - Denali (bom..pelo menos é french né)
Will I have a happy life? Daddy Cool - Placebo (isso pode querer dizer muitas coisas)
What do my friends really think of me? Tempo Perdido - Legião (obrigada meninas)
Do people secretly lust after me? Todo Carnaval tem Seu Fim - Los Hermanos
How can I make myself happy? New Born - Muse (PORRA! Sem soluções pra mim!)
Whats my family think of me? Angelina - The Bravery (Jolie?!?!?)
What should I do with my life? The Bitter End - Placebo (tá.. sério. to ficando tensa)
What is my signature dancing song? 36 degrees - Placebo
What do I think my current theme song is? Spending My Time - Roxette (UAHAUHAUHAUHAA)
What does everyone else think my current theme song is? Well That Was Easy - Franz
What is my life theme song? Rain - Madonna (ok né)
What best describes my life? The Wedding Disaster - The Butchies (¬¬)
What best describes my friends? Lithium - Nirvana (há! que fofo)
What best describes the person I like? Rock me Now - Metric
Have you had sex? Vai - Ana Carolina (UAHUHAHAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA)
How will you die? You Dont Care About Us - Placebo
What describes my worst enemy? Love Song - The Cure (zentschi)
Do I enjoy life? Times Like These - Foo Fighters (aê)
Am I a good person? A flor - Los Hermanos (eu sou. como uma rosa)
Do I make others happy? Justify My Love - Madonna (eu sabia..)


:: citizen dildo 3:12 PM [+]::

: As if they could erase it :

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:: Segunda-feira, Julho 30, 2007 ::
Retrato

Eu gosto de me perder na nossa imagem
Gosto da agonia esperançosa que são meus minutos que precedem você
Gosto de planejar cada sorriso adequado, cada toque de mãos e cada detalhe que nos envolve.
Gosto de imaginar se o vento estará forte, se oo sol ai estar se pondo e se o mar vai estar revolto.
Gosto de imaginar como estarei sentada, e a cor da blusa que você estará usando
E vão nos pintar desse jeito.
Depois, quando estivermos andando de mãos dadas pelas ruas infinitamente calmas da sua cidade, veremos nossa imagem exposta, a venda nas mãos de algum ambulante característico.
Aí então vamos brigar para decidir quem fica com a pintura original, enquanto escondemos nossas mãos nos bolsos de nossos casacos por causa do frio devidamente agradável
Depois vamos nos sentar, com nosso novo embrulho e memória concreta em alguns banquinhos e observarmos mais um pouco as pequenas coisas banais e cotidianas.
Vamos descobrir que ao nos juntarmos, naturalmente e inconscientemente protagonizamos cenas, imagens, diálogos e gestos dignos de quadros, paisagens, pinturas e histórias improváveis.
Deixe nossa trilha sonora tocar repetidas vezes, o resto do mundo hipnotizou-se, e não vai a lugar algum.

:: citizen dildo 2:40 PM [+]::

: As if they could erase it :

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:: Domingo, Julho 22, 2007 ::
Feliz Aniversário

não esfregue a sua felicidade na minha cara
ela me mostra que o tempo passou e que eu não tenho mais as esperanças antigas
sua felicidade se transforma em um monstro gigante e lindo que vem me tentar a cada segundo


nao seja feliz perto de mim
não me presenteie com a sua felicidade
me de o meu momento indivisível de paz
não insita em esconder por debaixo de mesas e roupas
você sabe que eu vejo
talvez tenha tido um motivo pra você nunca aparecer, eu tenho certeza que teve.
eu não quero você aqui
sua felicidade não me parabeniza
seu sorriso não me faz sentir melhor, sua presença me enoja e suas frases prontas soam falsas e prepotentes
porque?
eu sei que não quero você aqui, e enquanto não conseguir pensar em nenhuma solução mais nobre, digna, eficaz e corajosa eu só te peço pra sair de perto de mim
a solidão é só em sua própria companhia
isso nunca me foi problemático
uma massa deformada, grande, infeliz, confusa, velha, obsoleta e sem graça
sai daqui que você não me faz bem
eu não consigo tirar você de perto.

por favor
meu único presente

:: citizen dildo 12:37 PM [+]::

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:: Sexta-feira, Julho 20, 2007 ::
Vigília

Eu entrei no seu quarto ontem.
Eu entrei no seu quarto ontem de noite só pra te ver dormindo.
Eu queria observar como você se cobre todos os dias, e qual a expressão que lhei cai melhor no mundo que eu desconheço.
Eu queria te ver dormindo mais tempo, eu queria pegar na sua mão.
Eu não posso encostar em você.
Eu queria que você me visse, e não me mandasse embora.
Eu queria dormir com você.
Eu hipnotizei você com meu pensamento enquanto gritava internamente com todas as minhas forças pra você não me ouvir.
Eu queria que você pudesse sentir.
Eu prometo ter calma, cuidado e manter-me no ritmo que você ditar.
Eu quero poder rir das suas brincadeiras idiotas, e te olhar com o gosto e admiração daquele que é o único a saber as verdades escondidas e inexistentes aos outros, que acabam escorrendo por entre as palavras que você mede com toda a cautela antes de falar.
Eu entrei no seu quarto ontem, mas você ainda não sabe.
Eu não posso te contar.
Eu acompanhei você dormindo pra te proteger do que vc nem pensa que te ameaça.
Eu fui vigiar seu sono e todo o resto que ele envolve.
Eu fui para ver se te desconheço, e se consigo não ver você na rua.
Eu fui pra te esquecer.
Eu fui te ver pra te esquecer, pra provar pra mim que você não é você. Que você não existe e que haveria mais alguém ali.
Eu fui ontem de noite, no seu quarto, e tudo que eu queria não ver era você.
Eu vou voltar hoje de noite no seu quarto, pra poder saber em segredo que eu estou errada, e que, de noite no seu quarto, infelizmente quem está lá é você.

:: citizen dildo 1:44 PM [+]::

: As if they could erase it :

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